sexta-feira, 12 de agosto de 2022

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O prefeito de Chapada dos Guimarães, Osmar Froner (MDB), afirmou que a festa de réveillon na cidade, ao contrário do que dizem os críticos, não foi a causadora da explosão de casos no município. O gestor citou pessoas que se contaminaram em eventos familiares e até evangélicos que alegaram que estiveram em cultos durante Natal e Ano Novo. Osmar ainda afirmou que quando decidiu fazer o evento, os índices de Covid-19 eram baixos e mostrava segurança para tal.

“Nós tomamos a decisão de promover os eventos de final de ano em Chapada bem antes do período natalino, os nossos indicadores eram bastante seguros, primeira dose 103%, a segunda 97%, a dose de reforço sendo reduzidas de seis meses para quatro meses a vacinação dos jovens de doze a oito anos praticamente toda coberta e a vacina em andamento. Mais de cem dias sem casos de Covid”, explicou.

Segundo o prefeito, um evento realizado pela Prefeitura, com a presença da Polícia Militar, equipes de saúde e equipe administrativa, seria mais seguro e organizado do que a visita da população sem nenhuma ordem. Ele ainda afirmou que o público que visitou a Chapada era principalmente de famílias que têm casas de veraneio na cidade e que respeitou as regras.

Os dados mostram o aumento de casos na cidade. No Boletim Epidemiológico da Covid-19 de Chapada dos Guimarães divulgado no dia 29 de dezembro de 2021 havia três pessoas em isolamento e nenhuma hospitalização. Além disso, apenas um novo caso havia sido notificado. Já na quarta-feira (5), foram notificados 22 novos casos. Ainda conforme o Boletim Epidemiológico, há uma pessoa hospitalizada e três em acompanhamento.

O prefeito reafirma que a causa não é o réveillon. “São casos bastante identificados em famílias e em pessoas que tiveram duas doses contra a Covid, algumas com a doses de reforço, passaram muito no seio familiar durante as festividades de Natal, algumas não foram no show e nem saíram na rua, outras saíram na rua e foram no show, três pessoas são evangélicas e demonstram que estiveram no culto e que estiveram no seio familiar”, afirmou.

Osmar argumentou que o risco ainda é baixo e que as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão preparadas para a demanda. “Estamos atendendo de 180 a 200 a pessoas por dia na nossa UPA, onde 70% é de síndrome respiratória da gripe que está se alastrando no país, com sintomas, os tratamento são feitos na UPA a orientação e segue em domicílio com o acompanhamento da nossa equipe de saúde, e também para esclarecer mais nós estamos ainda abaixo do nível do que está acontecendo naquela cidade que não optaram por fazer festividades, como é o caso de Cuiabá”, finalizou.

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