terça-feira, 09 de agosto de 2022

WhatsApp-Image-2021-09-03-at-09.58.55

A moradora de Rondonópolis (a 218 km de Cuiabá), Maria Clara de Rosa, de 20 anos, foi diagnosticada com depressão no segundo semestre de 2017, um ano “muito difícil mentalmente”, define. Entre os tratamentos acompanhada por profissionais da área, ela acabou adotando um gato, Leopoldo, que lhe auxiliou durante este processo.

“As pessoas achavam que eu estava bem, mas eu fingia que estava”, conta em um vídeo divulgado na conta de Instagram da Master Pet. A vida toda frequentou psicólogos e Maria pensou em tirar sua própria vida algumas vezes, mas o diagnóstico de depressão veio apenas em 2017, quando também iniciou o tratamento.

Leopoldo entrou na vida de Maria graças a uma prima, que pediu para que ela cuidasse do bichinho durante três dias. Os dias viraram semanas, meses e posteriormente um ano. No fim, Maria acabou ficando com Leopoldo e o adotou.

“Eu sentia que ele era a única coisa que me entendia e estava lá. Parecia que ele sentia que eu estava mal e ficava do meu lado o tempo todo. Era eu e ele, 24 horas por dia”, conta. O animal, porém, morreu há alguns meses. “Eu diria que sinto muita falta dele e agradeço indiretamente ou não. Talvez ele seja um anjo em forma de bichinho”, completa.